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Investimento em negócios femininos tem força, mas (ainda) nada contra maré

Por crcnews
9 de setembro de 2022
Em Corporativo
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Durante a pandemia de covid-19, o Fundo Dona de Mim, o grupo de investimento-anjo Sororitê e o Fundo Agbara nasceram com um propósito bastante comum: dar autonomia através do investimento em negócios femininos ou crédito à mulheres à frente de seus negócios. Mesmo com um cenário borbulhando para o empreendedorismo feminino, com fundos de investimento, venture capital, e redes de crédito voltadas exclusivamente para impulsionar o setor, as mulheres ainda encontram desafios no acesso a investimentos para seus negócios. 

Investimento em negócios femininos tem força, mas (ainda) nada contra maré
Dona de Mim e Sororitê foram fundadas por mulheres e investem em negócios femininos / Freepik

É o que aponta a pesquisa “Mapeamento dos Negócios Inspiradores Femininos”, realizada pela NOZ Inteligência, numa parceria com o Movimento Expansão e a plataforma Empreendedoras Maduras. A captação de recursos financeiros, segundo a pesquisa, é a principal dificuldade enfrentada por empreendedoras. E o problema não para no gênero. O estudo concluiu que inclusive a idade das mulheres influencia na dificuldade em conseguir um aporte.

O estudo apenas mostra dados de uma realidade que é intrínseca ao histórico brasileiro, e consequentemente ao mercado financeiro, ainda liderado por homens. No Brasil, 4,7% das startups são lideradas por mulheres. Ainda, 0,04% do total dos aportes feitos no País foram para empresas fundadas, apenas, por mulheres, segundo o “Female Founders Report 2021”, estudo da Distrito. 

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Idealizadas por mulheres, iniciativas tomam fôlego na pandemia

Na contramão dessa realidade, iniciativas idealizadas por mulheres ganham fôlego, inclusive em tempos pandêmicos. Por uma questão de sororidade, talvez, as mulheres estão mais propensas a investir em mulheres. É o que entende a investidora-anjo Flávia Mello, co-fundadora da Sororitê.

“O mercado de startups tem um problema gritante de equidade. No Brasil, mais de 90% dessas empresas são comandadas por homens. E isso não é um dado exclusivo do nosso País. Os números são parecidos ao redor do mundo”, contou a especialista.

Para Flávia, esses dados apenas reforçam como as conquistas das mulheres são, historicamente, recentes. Não à toa, os espaços comandados pelo público feminino vão sendo, aos poucos, ocupados, seja no mercado de trabalho no geral, ou de startups.

Foi da necessidade de diminuir esse gap tão alto que Flávia correu atrás para colocar de pé uma a rede que conecta investidoras-anjo com empreendedoras que tocam negócios em estágio inicial (pre-seed).

“Investindo nesse tipo de empresa, nós observamos um movimento muito importante: mais empreendimentos estão nascendo já diversos, com equipes e investidores diversos”, contou.

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A criação do grupo foi circunstancial ao isolamento, que permitiu que Flávia, ao lado de Erica Fridman, começasse a elaborar o projeto. “Ficou mais fácil reservar um tempo para conversas e com isso fui conhecendo outras mulheres com o mesmo propósito”, relembrou a investidora. 

Mas entrar nesse setor ainda não é fácil. Segundo Flávia, ainda é raro ver uma mulher assinando um cheque, e para muitas, o conceito de investimento-anjo ainda é difícil de ser compreendido por muitas mulheres, o que torna tudo mais trabalhoso. “E quando colocamos um recorte racial, o buraco é ainda muito mais fundo”, aponta a especialista. 

Ainda assim, algumas iniciativas já olham para esse segmento ainda mais tímido. O Fundo Agbara, por exemplo, comandado por Aline Odara, foi criado em setembro de 2020 e é considerado o primeiro fundo filantrópico de e para mulheres negras do Brasil.

Além disso, outras iniciativas olham, especificamente, para a mulher periférica brasileira. O Fundo Dona de Mim, uma idealização do Grupo Mulheres do Brasil e fundado pela empresária Sônia Hess, nasceu de forma intrínseca à pandemia. 

Foi conversando com outras mulheres que tiveram empreendimentos impactados pelo isolamento social, que a ex-presidente da camisaria catarinense Dudalina percebeu um espaço que o Grupo, presidido pela empresária Luiza Helena Trajano, deveria ocupar. 

“Percebi que estava rodeada de mulheres invisíveis”, contou Hess. Desde uma jovem que dava mentoria até a manicure com quem sempre tratava as unhas, essas mulheres foram impactadas de forma financeira pela pandemia, e foi dessa carência que a empresária teve o insight para colocar o Fundo de pé. 

“Através da criação de um funding, de doações de 80 mulheres, e do apoio do Banco Pérola, que fez com que o projeto fosse operacionalizado, nós começamos a apoiar essas mulheres através de microcrédito”, explicou. 

Dessa forma, o Fundo Dona de Mim colocou em prova o poder do crédito e da capacitação de mulheres, como apontou Hess: “Toda mulher tem um dom, mas ela precisa estar equipada. Por isso, nosso fundo, que é muito simples, funciona como um empréstimo. O crédito possibilita que a mulher, que muitas vezes é a pessoa que toca, financeiramente, a casa, possa começar um negócio. Isso faz com que ela tenha autonomia e identidade”.

Através do método de crédito circular, mais de duas mil mulheres e, consequentemente suas famílias, foram impactadas até hoje. Mesmo assim, o sonho de Sônia é impactar milhões. “A mulher pode tudo, por isso o nome do nosso fundo é ‘Dona de Mim’. Eu acredito muito nisso, e também acredito que muitas empresas, inclusive, poderiam fazer um projeto semelhante, porque tudo que fazemos é muito simples, mas faz a diferença, principalmente em um país que passa fome”, finalizou.

Texto publicado no portal BP Money, por Laura Enchioglo.

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