Da Redação.
A atuação dos assessores de investimentos tem recebido atenção crescente de órgãos reguladores e entidades de autorregulação do mercado financeiro.
Nos últimos anos, mudanças normativas estabeleceram novos requisitos para a atividade, incluindo maior controle sobre a qualificação profissional, exigência de certificações específicas e regras mais claras de supervisão.
O objetivo das medidas é ampliar a proteção aos investidores e garantir maior transparência nas recomendações de produtos financeiros.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e entidades como a Ancord têm intensificado a fiscalização sobre práticas consideradas irregulares, como promessas de rentabilidade, omissão de riscos e divulgação inadequada de produtos.
Especialistas destacam que o fortalecimento da supervisão regulatória acompanha o crescimento do setor, que se tornou um dos principais canais de distribuição de investimentos no país.








