Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Home
  • Corporativo
  • Questões Jurídicas
  • Advogados
  • TV & Podcasts
  • Eventos
  • Colunistas
  • Economia & Mercado
  • Últimas notícias
CRC!NEWS
  • Home
  • Corporativo
  • Questões Jurídicas
  • Advogados
  • TV & Podcasts
  • Eventos
  • Colunistas
  • Economia & Mercado
  • Últimas notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
Sem resultado
Veja todos os resultados
CRC!NEWS
Home Corporativo

Jabuti impõe mudança do poder de voto na Eletrobras

Por Redação CRC NEWS
6 de maio de 2024
Em Corporativo
A A

Da Redação.

Pauta de setores do atual governo e bandeira do PT, a mudança do poder de voto da União na Eletrobras consta em um “jabuti” apresentado à Medida Provisória (1212/24) que prevê a redução da tarifa de energia. A emenda foi apresentada pelo ex-vice-líder do governo, deputado Bohn Gass (PT-RS). 

Ele representa o grupo do partido que questiona o fato de a União deter 43% do capital votante da Eletrobras, mas exercer apenas 10% do direito de voto. Esse modelo de privatização foi aprovado pelo Congresso durante a gestão de Bolsonaro e está previsto na Lei 14.1852/22.

Veja também

Evento. Excellence in Customer Engagement Summit da Mastercard

Profissionalização marca nova fase das assessorias de investimento

Guerra no Oriente Médio pode aumentar preço do diesel, diz Petrobras

Crescimento das assessorias intensifica disputa com bancos tradicionais

Um passo atrás.

Voltando um pouco no tempo, apenas para deixar todos na mesma página. Depois de aprovada a lei de desestatização, a Eletrobras fez, em junho de 2022, uma oferta na bolsa de valores que movimentou cerca de R$ 33 bilhões com a venda das ações do BNDES e a diluição da União. Até então, o BNDES e a União detinham 68,6% das ações ficando com 40,3% após a operação.

Inconformado com o modelo, o presidente Lula fez uma primeira investida e recorreu à Advocacia Geral da União (AGU) que apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7385). No entendimento do governo, a União, embora continue a ser a maior acionista da empresa teve seus direitos políticos reduzidos pela medida.

No início de abril, a pedido da própria AGU, o ministro Nunes Marques (STF) prorrogou por mais 90 dias o prazo dado à Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal (CCAF) para buscar uma solução consensual na demanda proposta ao STF pelo presidente Lula. Ainda não há uma data para o desfecho do julgamento.

Qual é o clima dentro do Congresso?

O tema deve ser alvo de discursos acalorados contra e a favor da emenda de Bohn Gass, mas destaco que o clima hoje é pela rejeição da emenda do deputado. Apesar de ter o respaldo da cúpula do Palácio do Planalto, apesar do silêncio do Ministério de Minas e Energia sobre o tema, há pouco espaço político para “retrocessos” na Câmara e no Senado, na atual conjuntura.

Em entrevistas recentes à veículos de comunicação, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pontuou que dificilmente a Casa vai rever temas que fazem parte da agenda da maioria dos representantes de centro. Na ocasião, ele citou além da Eletrobras, a independência do Banco Central.

Securitização da Eletrobras.

No bojo da MP 1212 também consta a previsão de o governo poder realizar a securitização dos recursos devidos pela Eletrobras à União, originados no bojo da privatização. A securitização é basicamente a transformação de uma dívida em títulos negociáveis no mercado. Dessa forma, o credor pode antecipar o recebimento de recursos que seriam obtidos apenas no longo prazo.

De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o pagamento devido no processo de capitalização da Eletrobras é de aproximadamente R$ 26 bilhões. Parte desses recursos seria utilizado para reduzir a conta de luz nos próximos quatro anos.

Depois de editada a MP, representantes do mercado vivem a expectativa de o MME publicar uma portaria que vai detalhar como será realizada a securitização. Ainda não há uma data para a publicação.

Nesse meio tempo, começaram a surgir boatos em Brasília de que poderia haver um pré-acordo entre o governo e a Eletrobras eliminando assim a discussão no Congresso, por meio da MP 1212. Há um entendimento de que um acordo entre as duas partes evitaria a pressão dos congressistas para aprovar jabutis, que possam distorcer a proposta original. Outra alternativa ventilada para eliminar a fase de discussão no Congresso seria o governo correr com o processo de securitização e fechá-lo no prazo de 120 dias, período de vigência da MP. De acordo com advogados consultados, os efeitos dos contratos realizados durante a vigência de uma MP, em geral, se mantêm mesmo após ela caducar. A MP 1212 perde a validade apenas em agosto.

CompartilharTweetCompartilharEnviarCompartilharEnviar
Postagem anterior

Haddad: tributação dos super-ricos é uma das formas de garantir desenvolvimento sustentável

Proximo Post

Pacheco sinaliza que PEC 66 é uma das medidas para equilibrar contas dos municípios

Relacionadas

Evento. Excellence in Customer Engagement Summit da Mastercard
Corporativo

Profissionalização marca nova fase das assessorias de investimento

Guerra no Oriente Médio pode aumentar preço do diesel, diz Petrobras
Corporativo

Crescimento das assessorias intensifica disputa com bancos tradicionais

Nau Capital abrirá gestora para lançar fundos exclusivos a clientes de alta renda
Corporativo

Debate sobre remuneração de assessores ganha espaço no mercado financeiro

Governo publica MP para garantir a não taxação e o sigilo do Pix
Corporativo

Assessorias ampliam presença e consolidam novo modelo de distribuição de investimentos no Brasil

Veja mais
Proximo Post
Grupo da CAE começa a definir discussão da reforma tributária

Pacheco sinaliza que PEC 66 é uma das medidas para equilibrar contas dos municípios

Veja mais

Ibovespa fecha em queda com taxa de juros no radar; Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) recuam

Valora capta R$ 240 milhões no VGIA11 e mira expansão nacional

Wise Investimentos atinge marca de R$ 2 bilhões sob custódia

Braúna Investimentos chega a Salvador e quer bater R$ 12 bi

Clientes vão à polícia após dono de escritório de investimentos desaparecer em Ribeirão Preto, SP

Clientes vão à polícia após dono de escritório de investimentos desaparecer em Ribeirão Preto, SP

Origem do nome. Conhecimento, Rebeldia e Capital! A CRC!News é o primeiro veículo especializado na cobertura de todo ecossistema do assessor de investimentos.Dentro desse contexto, a CRC!News busca abordar questões que têm relação direta com o dia a dia do mercado financeiro, plataformas, bancos, fundos, fintechs, certificadoras, entidades de classe, autoridades reguladoras e legislativas, educação financeira, entre outros. Aqui você também encontra uma cobertura dos principais acontecimentos da Política, do Congresso Nacional e do Executivo que podem impactar o mercado financeiro como um todo.Somos um veículo de comunicação independente e em busca de parcerias que se somem aos nossos valores.

E-mail: contato@crcnews.com.br

  • Home
  • Corporativo
  • Questões Jurídicas
  • Advogados
  • TV & Podcasts
  • Eventos
  • Colunistas
  • Economia & Mercado
  • Últimas notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Home
  • Corporativo
  • Questões Jurídicas
  • Advogados
  • TV & Podcasts
  • Eventos
  • Colunistas
  • Economia & Mercado
  • Últimas notícias

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Adicionar nova lista de reprodução