Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Home
  • Corporativo
  • Questões Jurídicas
  • Advogados
  • TV & Podcasts
  • Eventos
  • Colunistas
  • Economia & Mercado
  • Últimas notícias
CRC!NEWS
  • Home
  • Corporativo
  • Questões Jurídicas
  • Advogados
  • TV & Podcasts
  • Eventos
  • Colunistas
  • Economia & Mercado
  • Últimas notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
Sem resultado
Veja todos os resultados
CRC!NEWS
Home Economia & Mercado

Durigan: dívida do Brasil é menor do que a de grandes economias

Por Redação CRC NEWS
27 de julho de 2026
Em Economia & Mercado
A A

Fonte: Agência Brasil.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27) que a dívida pública brasileira continua elevada, mas está sob controle e em patamar inferior ao de diversas economias desenvolvidas.

Em entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, o ministro argumentou que não existe uma regra internacional que estabeleça um limite único para o endividamento dos países e defendeu que a situação fiscal deve ser analisada de acordo com as características de cada economia.

Veja também

Governo publica MP para garantir a não taxação e o sigilo do Pix

Prévia da inflação desacelera e IPCA-15 registra alta de apenas 0,06% em julho

Discussão sobre fim da escala de trabalho 6×1 continua em agosto

Discussão sobre fim da escala de trabalho 6×1 continua em agosto

“Não existe uma regra ou um limite colocado nos manuais internacionais, seja do FMI, seja de outra organização internacional, que diga qual é o limite do endividamento de um país. São tamanhos e países diferentes”, afirmou o ministro.

Durigan ressaltou que a comparação favorável ao Brasil, em termos proporcionais na relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), não significa que a situação do país esteja confortável.

“Não estou comparando para dizer que o nosso está bom, porque o nosso não está bom”, disse ao lembrar que a dívida bruta do Brasil está entre 80% e 81% do PIB, enquanto alguns países alcançam níveis que chegam a 200%.

“Quando você olha para os Estados Unidos, para os países da Europa, para a China, para o Japão, o endividamento é muito maior que o nosso”, afirmou. “Temos um endividamento alto [no Brasil] , mas ele está sob controle.”

O ministro explicou que mesmo as projeções “muito conservadoras” do Tesouro Nacional apontam que a dívida brasileira continuará crescendo até 2030, mas que a partir daí ela começará a reduzir em termos proporcionais ao PIB.

Juros altos

Para Durigan, o principal desafio é impedir que a dívida continue crescendo. Ele argumentou que, atualmente, o principal fator de pressão sobre o endividamento brasileiro são os juros pagos pelo governo para financiar a própria dívida – e pela população, que também acaba tendo de pagar taxas mais altas.

“O grande desafio é mostrar que, já que a gente não tem déficit primário, o que explica hoje o endividamento são os juros. A quantidade que pagamos de juros para rolar a dívida do país faz com que a gente aumente a nossa dívida pública”, afirmou.

O ministro defendeu que a redução desse custo depende da construção de confiança na condução da economia. Segundo ele, investidores precisam enxergar que o país tem condições de manter uma trajetória sustentável para as contas públicas ao longo do tempo.

“Mostrar que eu tenho uma trajetória sustentável no tempo dá tranquilidade para o investidor”, disse. “Dá tranquilidade para investidores e para os atores da economia do Brasil e do mundo, para que a gente diminua esse endividamento com o tempo.”

Incertezas no mundo

Durigan acrescentou que a credibilidade fiscal se torna ainda mais importante em um contexto internacional marcado por guerras, tensões geopolíticas e incertezas econômicas.

“É uma incerteza brutal saber se essa guerra [entre EUA e Irã] vai acabar, se não vai acabar. Nós temos que proteger o nosso povo com medidas racionais, que não prejudiquem as contas públicas”, afirmou.

Segundo o ministro, preparar o país para um cenário global mais instável exige consolidação fiscal e capacidade de investimento em áreas estratégicas. “Preparar o país para o mundo de incerteza, para o mundo de conflito, é o que é mais importante. E essa preparação envolve consolidação fiscal”, disse.

Na avaliação de Durigan, o equilíbrio das contas públicas não deve ser visto apenas como resposta às expectativas do mercado financeiro, mas como instrumento para garantir crescimento sustentável, ampliar investimentos e melhorar as condições de vida da população.

Segundo ele, o objetivo é fazer com que o Brasil funcione como “um porto seguro para o mundo” em um ambiente internacional cada vez mais incerto.

CompartilharTweetCompartilharEnviarCompartilharEnviar
Postagem anterior

Brasil aciona OMC para contestar tarifas impostas pelos Estados Unidos

Proximo Post

Senado aprova projeto do setor elétrico que pode elevar custos da conta de luz em até R$ 1,2 trilhão

Relacionadas

Governo publica MP para garantir a não taxação e o sigilo do Pix
Economia & Mercado

Prévia da inflação desacelera e IPCA-15 registra alta de apenas 0,06% em julho

Discussão sobre fim da escala de trabalho 6×1 continua em agosto
Economia & Mercado

Discussão sobre fim da escala de trabalho 6×1 continua em agosto

Assessor de Investimentos poderá vender energia
Economia & Mercado

Senado aprova projeto do setor elétrico que pode elevar custos da conta de luz em até R$ 1,2 trilhão

Lula defende governança global para inteligência artificial durante agenda na Índia
Economia & Mercado

Brasil aciona OMC para contestar tarifas impostas pelos Estados Unidos

Veja mais
Proximo Post
Assessor de Investimentos poderá vender energia

Senado aprova projeto do setor elétrico que pode elevar custos da conta de luz em até R$ 1,2 trilhão

Veja mais

Solfacil capta US$ 100 milhões em rodada de investimentos

Solfacil capta US$ 100 milhões em rodada de investimentos

All Together vai reunir os principais players do setor de assessoria de investimentos numa mesma mesa

All Together – Evento independente vai reunir representantes da XP, BTG, Guide e Modal

Voga Invest abrirá a terceira filial, agora em Santa Catarina

Qual a importância do back office?

Origem do nome. Conhecimento, Rebeldia e Capital! A CRC!News é o primeiro veículo especializado na cobertura de todo ecossistema do assessor de investimentos.Dentro desse contexto, a CRC!News busca abordar questões que têm relação direta com o dia a dia do mercado financeiro, plataformas, bancos, fundos, fintechs, certificadoras, entidades de classe, autoridades reguladoras e legislativas, educação financeira, entre outros. Aqui você também encontra uma cobertura dos principais acontecimentos da Política, do Congresso Nacional e do Executivo que podem impactar o mercado financeiro como um todo.Somos um veículo de comunicação independente e em busca de parcerias que se somem aos nossos valores.

E-mail: contato@crcnews.com.br

  • Home
  • Corporativo
  • Questões Jurídicas
  • Advogados
  • TV & Podcasts
  • Eventos
  • Colunistas
  • Economia & Mercado
  • Últimas notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Home
  • Corporativo
  • Questões Jurídicas
  • Advogados
  • TV & Podcasts
  • Eventos
  • Colunistas
  • Economia & Mercado
  • Últimas notícias

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Adicionar nova lista de reprodução